And it goes on and on and on...
Uma coisa eu falo para qualquer um que venha me perguntar: sim, eu gosto da minha vida. Obviamente ela tem seus (muitos) problemas, mas não é uma coisa que me afete muito a ponto de que tudo de bom se torne ruim. Ou não?
Às vezes, me pego pensando (demais) sobre a minha vida. Queria realmente saber como foi que eu cheguei aqui! Sério, apesar de eu me esquecer disso muitas vezes e imaginar que os outros nem pensam nisso, eu consegui construir muita coisa (coisa, coisa, coisa!) para mim (e para os outros?) nos últimos anos. Até 2003 não tinha feito nada muito além de tirar notas boas, sorrir e obedecer os meus pais, ver Sessão da Tarde, comer muito e sonhar com coisas aleatórias (e, talvez, fúteis) na medida do que me parecia possível. Ainda que continue me achando o mínimo do máximo (com sua licença, sr. Paulo Leminski!), eu devia me parabenizar um pouco pelo meu desenvolvimento (um progresso, de certa maneira).
E nisso que eu penso em momentos que nem o de agora em que chego cansado da vida para minha casa. Sim, parece que minha vida muda ou é pausada assim que eu entro na porta da sala de estar. Isso porque tudo vai aos poucos diminuindo de ritmo até a hora tão desejada pelo corpo de dormir, mas não tão boa para a alma, que queria mais tempo para viver. E o que seria esse viver para mim? O que é a minha vida exatamente?
O que eu faço basicamente é o seguinte: aulas todos os dias de manhã das 7:30 até às 12:30 (ok, um pouco antes!), trabalho (inútil) na universidade mesmo às segundas, quartas e sextas, mais aulas de segunda a quinta de noite (mas apenas optativas, nada de turno cheio) e grupo de estudos (de tradução!) na quinta de noite. No total, são oito disciplinas obrigatórias e optativas, sendo três línguas estudadas (francês, inglês e latim, que vivem se misturando na minha cabeça) além do próprio português e muita, mas muita leitura a ser feita (teórica, analítica e literária e mais da minha vontade). Cansativo? Sim, para corpo e alma! Talvez, até mais para a "alma".
Quando saí da PUC para a Federal queria me sentir burro e ter mais para a minha formação em diversos aspectos. Sinceramente, agora vi que tenho isso e muito mais, tanto que é até difícil lidar com tudo ao mesmo tempo. Difícil ver outros avançarem mais que você ou aqueles mais veteranos que fazem tudo o que você faz e mais um pouco ainda. E prontos para mestrado e doutorado em sua maioria. E eu aqui, sofrendo ainda no 2o período do curso. Por isso, digo que não é fácil para a "alma" também.
Enfim, agora vou dar uma licença para o meu corpo e a minha alma, ou seja, ir dormir! Bem, vou tentar, pelo menos. Amanhã tenho meu exame prático do Detran pela quarta vez (isso mesmo, quarta vez!), então tenho que estar relaxado e evitar de fazer besteira. Se bem que na última vez a culpa não foi exatamente minha. =P
Às vezes, me pego pensando (demais) sobre a minha vida. Queria realmente saber como foi que eu cheguei aqui! Sério, apesar de eu me esquecer disso muitas vezes e imaginar que os outros nem pensam nisso, eu consegui construir muita coisa (coisa, coisa, coisa!) para mim (e para os outros?) nos últimos anos. Até 2003 não tinha feito nada muito além de tirar notas boas, sorrir e obedecer os meus pais, ver Sessão da Tarde, comer muito e sonhar com coisas aleatórias (e, talvez, fúteis) na medida do que me parecia possível. Ainda que continue me achando o mínimo do máximo (com sua licença, sr. Paulo Leminski!), eu devia me parabenizar um pouco pelo meu desenvolvimento (um progresso, de certa maneira).
E nisso que eu penso em momentos que nem o de agora em que chego cansado da vida para minha casa. Sim, parece que minha vida muda ou é pausada assim que eu entro na porta da sala de estar. Isso porque tudo vai aos poucos diminuindo de ritmo até a hora tão desejada pelo corpo de dormir, mas não tão boa para a alma, que queria mais tempo para viver. E o que seria esse viver para mim? O que é a minha vida exatamente?
O que eu faço basicamente é o seguinte: aulas todos os dias de manhã das 7:30 até às 12:30 (ok, um pouco antes!), trabalho (inútil) na universidade mesmo às segundas, quartas e sextas, mais aulas de segunda a quinta de noite (mas apenas optativas, nada de turno cheio) e grupo de estudos (de tradução!) na quinta de noite. No total, são oito disciplinas obrigatórias e optativas, sendo três línguas estudadas (francês, inglês e latim, que vivem se misturando na minha cabeça) além do próprio português e muita, mas muita leitura a ser feita (teórica, analítica e literária e mais da minha vontade). Cansativo? Sim, para corpo e alma! Talvez, até mais para a "alma".
Quando saí da PUC para a Federal queria me sentir burro e ter mais para a minha formação em diversos aspectos. Sinceramente, agora vi que tenho isso e muito mais, tanto que é até difícil lidar com tudo ao mesmo tempo. Difícil ver outros avançarem mais que você ou aqueles mais veteranos que fazem tudo o que você faz e mais um pouco ainda. E prontos para mestrado e doutorado em sua maioria. E eu aqui, sofrendo ainda no 2o período do curso. Por isso, digo que não é fácil para a "alma" também.
Enfim, agora vou dar uma licença para o meu corpo e a minha alma, ou seja, ir dormir! Bem, vou tentar, pelo menos. Amanhã tenho meu exame prático do Detran pela quarta vez (isso mesmo, quarta vez!), então tenho que estar relaxado e evitar de fazer besteira. Se bem que na última vez a culpa não foi exatamente minha. =P
